quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Alerta para Erro de Avaliação....

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Há mais ou menos um ano e meio atrás enfrentei problemas com o meu filho mais velho, como já contei em "posts" anteriores. Enfim, foi diagnosticado erroneamente hiperativo e a solução: a famosa "ritalina".

Ritalina, que nada! Desconfiei que algo não fechava e resolvi com calma e paciência pesquisar, me informar e ter outras opiniões... Achei a linha da questão e tudo foi se acertando. Desde o inicio do ano letivo meu filho é elogiado por seu comportamento, participa, faz todas as atividades solicitadas e cognitivamente está excelente.Detalhe de tudo é : sem medicação alguma. Pois, não é hiperativo e nem tem déficit de atenção.

Amor e diciplina ajudaram pra que ele passasse uma fase difícil de sua vida e de seu desenvolvimento.

Hoje lendo este artigo revivi momentos e mais uma vez me senti aliviada por ter confiado no meu instinto materno e ter feito a coisa certa.

"Especialistas alertam para erro ao avaliar crianças que são apenas distraídas 

Cerca de um milhão de crianças americanas da pré-escola foram diagnosticadas por engano com déficit de atenção por hiperatividade (TDAH, na sigla em inglês), prescrevendo-lhes medicamentos quando com frequência eram apenas crianças distraídas, segundo um estudo publicado na segunda-feira.

 O autor do estudo diz que as prescrições injustificadas representam gastos de 320 a 500 milhões de dólares por ano.

A ritalina (Methylphenidate) é o medicamento prescrito com maior frequência para controlar estes distúrbios. Trata-se de um psicoestimulante, cujos efeitos de longo prazo não são totalmente conhecidos ainda, afirma Todd Elder, autor do estudo e professor de economia da Universidade de Michigan.
As crianças menores da pré-escola "têm muito mais probabilidades de que se prescrevam estimulantes de comportamento como a ritalina", explicou Elder, que examinou uma população de 12 mil crianças.
Observando a diferença de frequência de diagnósticos e prescrições médicas entre os menores e os maiores dentro de uma pré-escola, o especialista descobriu que os menores tinham 60% mais chances de ter diagnosticado o TDAH.
— Se uma criança não se comporta bem, se não está atenta, se não consegue ficar calma, pode ser simplesmente porque tem cinco anos e as outras, seis — disse o professor.
Quatro milhões e meio de crianças e jovens com menos de 18 anos são diagnosticados com TDAH nos Estados Unidos. Cerca de 20% deles, isto é, 900.000, podem ter sido diagnosticados por engano, destacou o estudo que será publicado no próximo número do Journal of Health Economics."
Fonte: Clic RBS.

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