sexta-feira, 26 de abril de 2013

Sessão Patchwork- Mãe Tigre ou Mãe Coruja???

Nos Estados Unidos foi lançado tempos atras um livro polêmico, até postei algo sobre ele aqui no blog... É a história de uma professora de direito, filha de imigrantes chineses, que narra sua trajetória como mãe. No livro “Battle Hymm of the Tiger Mother” (Hino de Batalha da Mãe Tigre) ela critica a maneira ocidental de criar filhos dizendo que somos muito permissivos e não exploramos o potencial deles.
Marcos Meier (mestre em Educação, psicólogo, escritor e palestrante) então, faz uma analise sobre o que é certo ou errado na educação dos filhos no texto "Mãe Tigre ou mãe Coruja?"...
Imagem via Tinywhitedaisies
"Há inúmeras pesquisas científicas de psicólogos e educadores de renome apontando o melhor perfil na hora de educar as crianças."
"Perfil autoritário – atrapalha o desenvolvimento da autoestima e da personalidade das crianças. O maior índice de suicídio entre crianças e adolescentes está aqui.

Perfil superprotetor – não desenvolve a autonomia das crianças fazendo-as frágeis emocionalmente e dependentes de alguém que oriente e diga o que fazer em cada situação. Quando adultos, têm dificuldades em aceitar novos projetos e medo de tomar iniciativa.

Perfil negligente (a maioria dos pais ocidentais) – é o pior perfil de educador. Seus filhos não desenvolvem autonomia, têm baixa autoestima e não resistem às frustrações da vida.

Os três perfis trazem problemas para o desenvolvimento da personalidade das crianças. Mas então, o que fazer? O melhor é assumir o perfil “participativo” no qual os pais equilibram muito bem as exigências e as obrigações com o estar junto, brincar, ouvir, conversar, incentivar e, principalmente, construir um bom vínculo com os filhos. Pais participativos têm filhos felizes e realizados como seres humanos. Se a “mãe tigre” tem perfil autoritário, erra. Se a “mãe coruja”, que tem a tendência de superproteger aceitando como “lindo” qualquer resultado de seus filhos, também erra. O ideal é o equilíbrio: ser participativo. É científico, real, de muito bom senso e ideal para crianças emocionalmente saudáveis."
 

Nenhum comentário:

Ocorreu um erro neste gadget