segunda-feira, 15 de julho de 2013

Dia a Dia Mais Leve ...

Realmente só quem é mãe pode entender...Principalmente as que dedicam a maior parte do tempo em função dos filhos ainda pequeno...Tudo de bom e ao mesmo tempo alguns efeitos colaterais...rsrsrs...Tipo cansaço e um pouquinho de stress em dados momentos...Confira aqui algumas dicas de como fazer o seu dia a dia mais leve, principalmente agora com eles em férias... 

1) Entenda que seu filho vai se machucar e que isso faz parte da vida!
Se perguntarmos para uma mãe o que ela mais deseja (além do seus filhos serem muito felizes), ela dirá que deseja que eles sejam muito saudáveis, não adoeçam e nem se machuquem. Ok, esse é meu sonho também, porém não podemos superprotegê-los demais (estou falando isso para mim, porque é meu ponto fraco)! É importante não ficar alarmando os filhos o tempo todo: “Vai cair!”, “Vai bater!”, “Cuidado!”, “Vai se machucar!”… Se eles caírem (e não for grave, claro), tente segurar a onda e ver como reagem. Deixe-os se virarem! Às vezes, o choro dura 1 segundo e eles já levantam e continuam a brincadeira… Isso faz parte do amadurecimento da criança!

2) Não confunda o que a criança quer com o que ela precisa!
Esse é outro ponto muito comum! Queremos sempre defender as nossas crias a todo custo, mas elas precisam aprender a fazer isso sozinhas! Um exemplo simples: seu filho não precisa que você o defenda se ele brigar com o primo. Mas ele bem quer que você faça isso…

3) Dê ao seu filho tempo para brincar!
Procure deixar espaços realmente livres na agenda do seu filho para que ele faça o que quiser ou não faça nada. Brincar é a atividade mais importante que uma criança pequena pode ter: estimula a imaginação, a criatividade e milhares de outras coisas! Aqui em casa, muitas vezes, encho um local seguro de brinquedos e fico vigiando de longe como eles brincam sozinhos. É tão fofo!!!!!!! Tenho até vontade de entrar na brincadeira, mas me seguro para respeitar esse momento tão gostoso dos dois! E permita que ele se sinta entediado de vez em quando, para aprender a lidar com essa sensação que será comum em vários momentos da vida dele.

4) Errar faz parte! Tentar é o mais importante!
Temos que tentar não fazer tudo por eles. Isso nos desestressa e é MUITO importante para o desenvolvimento dos pequenos, pois tem coisas que você só aprende experimentando. Isso gera autoconfiança, ensina a agir nas diversas situações, a testar e a achar o melhor caminho. “Nos Estados Unidos têm muitos grupos de mães que estimulam as crianças a se desenvolverem. Em um deles, um bebê de 8 meses estava tentando pegar uma bola e não conseguia. A mãe teve o impulso de pegar a bola e dar ao filho. Então a monitora explicou que ela devia se sentar sobre as próprias mãos e só olhar. O menino começou a se mexer e enrugou o edredom sobre o qual estava brincando. Isso balançou a bola, que foi na direção dele e ele conseguiu agarrá-la. Não tinha expressão mais feliz do que a dele naquele momento”, conta Wendy Mogel, autora de dois best-sellers sobre educação e comportamento.

5) Seu filho não é você!
Entenda isso e aprenda a separar as coisas! Você e seu filho são indivíduos diferentes, com características diversas e, embora o que um faça interfira diretamente na vida do outro, as coisas não são assim tão “pão, pão, queijo, queijo”. Por isso, relaxe. Seu filho pode não ser bom em atividades físicas, mas vai ser aquele que mantém a turma de amigos unida… Abra seus horizontes para entendê-lo e suavize a autocobrança. E isso vale também para os irmãos: um filho nunca é igual ao outro, um é bom em determinadas coisas e o irmão em outras! Não compare, apenas exercite a sensibilidade para perceber as personalidades e gostos.

6) Lembre-se: decepções fazem parte da preparação para a vida adulta.
Eu tenho bastante dificuldade em lidar com este ponto, mas sei que é muito importante! Então, quando seu filho for excluído de uma brincadeira, não cair na classe dos amigos que ele gosta ou ficar na última fileira da apresentação de balé, não tente reverter a situação a qualquer custo. Eles PRE-CI-SAM se virar sozinhos!

7) Permita-se descansar!
Quando estiver muito cansada, descanse. Simples assim! Não tente ser a mulher-maravilha e continuar insistindo em fazer as tarefas se estiver exausta: você não será uma companhia agradável para ninguém e se estressará sem necessidade. Deite-se por meia hora, tome um banho comprido e relaxe. Permita-se! Isso é fundamental para uma boa convivência!

8) Tenha bom senso, siga sua intuição e dê ouvidos ao seu pediatra!
Outro dia, li uma pesquisa que dizia que uma das coisas que mais tiram as mães do sério são as opiniões alheias. As opiniões de outras pessoas muitas vezes nos deixam mais confusas e menos seguras! Por isso, se está com dúvida com relação à criança, ligue pro pediatra, vá atrás de um especialista ou até mesmo de alguém que tenha passado exatamente pela mesma situação. Não dê ouvidos para mil pessoas ao mesmo tempo, pois cada uma delas terá uma opinião diferente. Além disso, nós somos mães, temos bom-senso e a intuição grita! Escute-a: ela raramente falha!

9) Deixe o medo de lado!
Nasce uma mãe e brotam-se medos! É um medo atrás do outro: de errar, de acertar, de morrer (bate na madeira), de sair de casa, de ficar em casa, de encarar, de desistir…  São tantas as categorias de medos que se ramificam em muitos outros… É hora de parar com isso e é tempo de desencanar um pouco mais, deixar nossos filhos crescerem mais livres e aproveitar mais a vida, transformando em leveza o que parecia ser pesado!

10) Coloque a máscara de oxigênio em você antes de colocar nas crianças!
Nada como você estar feliz e bem resolvida para seu filho se sentir do mesmo jeito. Por isso, cuide de si mesma! Encontre tempo para sair com as amigas ou fazer algo de seu interesse. Permita-se ter preguiça de dar banho no filhote depois daquela festa e deixá-lo ir para cama com os pés sujos (só por hoje!), finja que não viu aquele amendoim que ele enfiou na boca e estava no chão sabe-se lá quantos anos. E, não, ele não vai ficar doente por ir descalço até a cozinha buscar um copo de água. Para ele ser independente no futuro, passeiem juntos, a pé, de bicileta, de transporte público. Seu filho aguenta aprender tudo isso. Ele só precisa da sua ajuda. De maneira leve!
Fonte: Revista Crescer via http://www.justrealmoms.com.br

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