terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Penso...

limpeza 
Via http://chatadegalocha.com/

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Boa Semana...



Via Chic Decó

Sessão Patchwork- S.O.S. Maternidade...

Falou e disse...Ou melhor, escreveu...Linda e verdadeira a coluna do Carpinejar, "S.O.S. Maternidade"...Reflexão total sobre o assunto, em nome de nossas crianças!!!
"O que tenho de amigas, entre 20 a 35 anos, que estão desesperadas para ter um filho.
Dizem que a principal aspiração é engravidar. Contam que incham os seios ao imaginar o berço perto da cama. Não passam impunes diante de um carrinho ou de uma barriga de gestante na rua. Mas nenhuma delas mais acredita no amor. Não apostam na convivência. Se pintar um namoro é lucro, mas todo o investimento e o esforço jogam para a maternidade.
Julgam o filho indispensável. Por sua vez, o marido é tratado como secundário e, infelizmente, irrelevante. Elas não pretendem sofrer com as desventuras, as separações, a rotina em comum. Buscam atalhar, cortar caminho e ir direto ao ponto. Partem da certeza de que não dependem de nada (nem namorado, nem emprego, muito menos estabilidade). Podem recorrer à inseminação ou a um caso em que assumirão os riscos.
O que considero uma grande pena e um monumental capricho. E incluo neste processo também a adoção, que pede o equilíbrio da gangorra.
Não podemos subestimar a paternidade. Não podemos menosprezar a educação que vem do amor.
Antes de encontrar um pai para ter um bebê, deve-se amar uma companhia que se tornará pai por merecimento. E definir um pai é mais do que preencher uma linha da certidão de nascimento, é garantir o sentido da vinda ao mundo para a criança.
O filho é o resultado da intimidade, a consagração da confiança do casal, não uma solução para todas as carências de uma mulher.
Se não suporta as carências de uma relação, como tolerar as demandas infinitas de um filho? A convivência do casal é a preparação para a convivência com um filho.
Querer ter um filho somente para si não é prova de independência, e sim um apelo infantil para apressar a maturidade. Ninguém é onipotente e autossuficiente para dar conta – absolutamente sozinho – do desafio da criação.
É lindo sonhar com o enxoval, o chá de fraldas, a mão no ventre, os primeiros dos primeiros movimentos. Só que o filho precisa ser visto, desde o início, como um futuro adolescente, um futuro adulto, um futuro de conflito e oposição.
Filho não é maleável, um ser vazio para transferir arquivos. Já vem com temperamento: seu grito no nascimento é personalidade, seu riso é personalidade. E parte da personalidade do pai estará sempre ali, estando próximo ou não.
Não se tem um filho, aceita-se um filho. Requer uma responsabilidade ininterrupta, sem um dia de folga. Atirar-se para a maternidade ansiosa e inconsequentemente é um erro que gera outros erros. E não adianta esperar que a terapia resolverá tudo, a função da terapia é resolver durante os problemas.
A figura paterna representa um sadio contraponto, uma distinta possibilidade de admiração e de influência, que aumenta as chances de escolha do rebento.
Nem estou falando em “ajudar a cuidar”, expressão usada preconceituosamente para a paternidade. No casamento, homem não é coadjuvante da casa, foi um dia, mas não é mais. Tem solidão suficiente e dedicação ao lar para superar a imagem de simples apoio. Homem não é pai para acordar de madrugada ou trocar as fraldas. Não deve ser restringido à troca de turno. É importante para orientar, aconselhar, proteger, inspirar, planejar, fazer junto.
Assim como o pai é fundamental para a mãe não sufocar de amor sua criança. Retira aquela exclusividade doentia, aquela adoração desmedida, aquele monopólio da atenção. Pois a criança quando sozinha e afastada de um pai acaba substituindo as diversas necessidades psicológicas e projeções da mulher. Recebe o fardo de ser o único da vida de sua mãe. Não apenas o filho único, o único mesmo! Um rei condenado a assumir o trono ainda pequeno, antes mesmo de descobrir quem é."

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Inspiração de Natal...

Adorei a ideia...E os pequenos vão adorar também!
Primeiro passo...
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Segundo passo...

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Via Betty's

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Sessão Patchwork- Cápsula do Tempo...

Claudia Laitano escreve sua coluna "Cápsula do Tempo", sobre assunto abordado no filme que estou curiosa em assistir,Boyhood... Retalhos...
"Quem tem filhos adultos, ou já se encaminhando para a vida adulta, experimenta de vez em quando uma curiosa espécie de “saudade na presença”: uma leve melancolia causada pela irrevogável separação de todas as etapas que já ficaram para trás.
Seu filho pode nunca ter permanecido muito tempo longe dos seus olhos, mas cada fase vencida transforma-se imediatamente em nostalgia, mesmo as mais trabalhosas.
Se com relação às outras pessoas sentimos uma enganosa percepção de continuidade no tempo, por mais longa e próxima que seja a convivência, com relação aos nossos filhos há sempre a sensação de que nos despedimos de alguém no meio do caminho, sem perceber ou dar à devida solenidade à despedida. O bebê que mal enxergava em volta e o que começou a andar, a criança que foi para a escola pela primeira vez e a que fugia para a sua cama nas noites de inverno – é como se cada uma delas fosse um indivíduo diferente, da qual, se pudéssemos escolher, não teríamos jamais nos separado.
Tiramos um milhão de fotos, gravamos um milhão de vídeos, guardamos desenhos rabiscados e brinquedos favoritos, mas o que gostaríamos mesmo era poder abraçá-los todos – do filho recém-nascido que embalamos na maternidade ao que beijamos na testa ontem mesmo – pelo menos uma vez por ano. Seria o melhor Dia das Mães e Pais já inventado."




segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Boa Semana...

Via http://www.desdemyventana.es/

Sessão Patchwork- Lembrancinhas...

Boa coluna de Claudia Laitano...Boa pra se começar refletindo a segunda-feira, primeiro dia de dezembro...Retalhos de "Lembrancinhas"...
Imagem via Tumblr
"O presente perfeito deveria saltar aos olhos como um grande pacote vermelho sobre um jardim coberto de neve inconfundível, inescapável. Todo nosso carinho condensado em um único objeto, que por acaso custaria exatamente o que podemos pagar e nem um centavo a mais. Nenhuma hesitação, fila ou mesmo uma data compulsória determinando o dia e o motivo da entrega. Um presente tão espontâneo e único quanto o afeto que inspirou a vontade de presentear.
Ao abrir o presente perfeito, o destinatário seria tomado de surpresa e incredulidade. Como alguém poderia ter adivinhado que era exatamente aquilo que povoava seus sonhos? Neste momento, os olhos de quem dá e os olhos de quem recebe se cruzariam em um breve e intenso instante-presente, cheio de cumplicidade e reconhecimento mútuo.
Mais do que agrado protocolar, sinal de gratidão ou simples obediência ao ritual das datas comemorativas que exigem trocas de gentilezas, o presente perfeito seria aquele que se dá e se recebe com alegria. Na maior parte das vezes, porém, escolher presentes é tão prazeroso quanto cumprir um compromisso obrigatório. Queremos nos livrar da tarefa como de uma reunião de condomínio ou de uma ida ao supermercado: com eficiência, mas no menor tempo possível.
Compra-se rápido, talvez, porque descarta-se mais rápido ainda. Adivinhar o que uma pessoa gostaria de ganhar tornou-se o menor dos problemas hoje em dia. Todo mundo deseja alguma coisa – ainda que não por muito tempo. Vivemos cercados de possibilidades de consumo, desejos insatisfeitos e frustrações difusas, habituados a preencher com objetos diferentes tipos de vazios. Nesse ambiente, torna-se cada vez mais difícil emprestar a algo que se pode comprar algum tipo de significado que não seja o de ser consumido e substituído logo em seguida.
Para transformar uma mera troca de mercadorias em uma verdadeira troca de presentes, é preciso um pequeno exercício de subversão. Dizer não às compras apressadas, burocráticas, obrigatórias, cansativas. Mas se for impossível escapar delas, que cada presente chegue ao destinatário acompanhado de um gesto ou palavra surpreendente, pessoal, intransferível."
"Porque, no fim das contas, o presente perfeito, o que vale a pena dar e ganhar, é aquele que se transforma em lembrança assim que a gente o abre."

Bem Vindo Dezembro...

Via Tumblr

domingo, 30 de novembro de 2014

Inspiração...

Novo mês batendo à porta... 
Adoro dezembro!!! Clima total de confraternização...Animação...Alegria...Planos... Esperanças ...Renovação...


 
Imagem via http://casatreschic.blogspot.com.br

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Thanksgiving...



Dia tão importante quanto o Natal nos EUA o Thanksgiving  ou Ação de Graças para nós...Passando vêm os preparativos do Natal!!!
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