sexta-feira, 22 de maio de 2015

Bom Final de Semana...


 
Via http://www.houseofturquoise.com

terça-feira, 19 de maio de 2015

Grom Social- para crianças e adolescentes...

Os pais agradecem... 
Google Images
A rede Grom Social, exclusiva para usuários de 5 a 16 anos de idade, acaba de chegar ao Brasil. Criada pelo americano Zack Marks, de apenas 14 anos, a novidade já soma mais de um milhão de usuários pelo mundo.
Grom é um termo australiano para "jovem surfista".  A expressão é usada para todas as crianças com menos de 16 anos.
O Grom Social conecta amigos e permite que eles joguem juntos on-line e compartilhem experiências. Todas as postagens do site são supervisionadas 24 horas por dia, todos os dias, por uma equipe treinada, composta inclusive por educadores.
Bacana!
Fonte: Crescer

Penso...

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Via Betty's

terça-feira, 12 de maio de 2015

Sessão Patchwork- A desagradável tarefa de fazer-se odiar...

Não é que é verdade!!! Martha Medeiros filosofa em " A desagradável tarefa de fazer-se odiar"...
mother-baby 
Via Tumblr
"Pais de família estão cada vez mais participativos, atuantes, necessários, afetivos, fundamentais na criação dos filhos, ao contrário do que acontecia nas gerações anteriores, quando o pai era uma figura cerimoniosa, o provedor que detinha a última palavra nas questões graves e terceirizava o resto. Hoje não. Hoje os pais deitam, rolam, se embolam, se envolvem nas pequenezas cotidianas, são quase mães.
Quase. Porque tem uma coisa que a maioria deles ainda não consegue assumir: a desagradável tarefa de fazer-se odiar.
Li essa frase num livro (em outro contexto) e achei que fechava perfeitamente com a maternidade. O que é ser mãe, senão tomar para si o papel de chata da família?
As cobranças do dia a dia são especialidade nossa: o que comeu, o que vestiu, se tomou banho, a toalha no chão, os garranchos, o blusão amarfanhado, a luz que ficou acesa, liga pra tua vó, o estado deplorável do tênis, a hora em que foi dormir, segura direito esse talher, deixa de preguiça, cuidado ao atravessar, não dorme de cabelo molhado, larga esse computador, menos palavrão, hora de acordar, a consulta no dentista, e esse amigo mal encarado, e esse decote provocante, convida os teus primos, não tranca a porta à chave, fecha a janela, abre a janela, não corre pela casa, me avisa assim que chegar, tu anda bebendo?
Não que o pai seja relapso, mas, se ele ainda vive com a mãe das crianças, a patrulha cotidiana possivelmente ficará a cargo do sargento de saias. Nós, tão femininas, tão doces, tão sensíveis, tão amorosas, não pensamos duas vezes em abrir mão desses nossos suaves atributos caricaturais a fim de manter a casa de pé, a roda girando, a vida funcionando, todo mundo no eixo. Se tivermos que ser antipáticas, seremos. Se tivermos que ser repetitivas, que jeito. Controladoras? Pois é. Alguém tem que se encarregar do trabalho sujo.
É uma generalização, eu sei, mas amparada no senso comum. Os pais mandam, ralham, brigam, mas raramente perdem a cabeça, quase nunca gritam e se estressam. Eles têm essa irritante capacidade de manter a boa reputação com os filhos. Se forem obrigados a escolher um lado durante o barraco, dirão que estão do lado da mãe, que estão de acordo com tudo o que ela disse, mas irão piscar para o filho quando ela não estiver olhando.
Ao fim e ao cabo, mães dão conta de todas as crianças da casa. Todas.
É o nosso papel: reger a orquestra familiar ofertando nosso melhor, mesmo que ele seja confundido com nosso pior. É o risco que corremos, mas não há outra maneira de educar. O excesso de zelo pode ser estafante, mas é preciso segurar o tranco de ser odiada um pouquinho a cada dia a fim de garantir um amor pra sempre."

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Penso...

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Via Betty's

Sessão Patchwork- Um novo olhar sobre as palavras...

Refletindo com Martha Medeiros em busca da leveza..."Um novo olhar sobre as palavras"...
Via Tumbler
"Isso é bom, isso é ruim, isso é certo, isso é errado, isso é assim e não assado. Costumamos catalogar e etiquetar tudo, inclusive palavras e expressões. No entanto, algumas foram condenadas a ter um sentido negativo quando poderiam ser avaliadas por outro prisma – caso de “válvula de escape”, por exemplo. Bastou dizer que fulano está recorrendo a uma válvula de escape para que pensemos que a criatura não é de confiança, que é alguém que não enfrenta a realidade. Puro pensamento condicionado. Ora, qual o problema de se ter uma válvula de escape?
Uma viagem solitária, um amor escondido, um vício secreto, um pseudônimo, manias ocultas: ninguém precisa ser tão corretinho e tão transparente o tempo todo. Dar uma fugida para um mundo particular, só seu, não consta da lista de pecados mortais – supondo que você ainda acredite em pecados.
Frivolidade. Outra palavra para a qual os narizes se torcem. A ordem é ser sério e profundo para garantir o respeito alheio. Concordo, mas sem fanatismo. Sou séria, profunda, respeitável e também leve, superficial, brincalhona, tudo isso atendendo pelo mesmo nome e sobrenome. Virar refém da aura de intelectual que minha profissão impõe? Nunca pensei. Escritores também têm o direito de ser divertir, assim como juízes e padres. Frívolo, mesmo, é aquele que engessa a própria vida.
Escândalo. Precisa mesmo ser uma palavra que apavore os cidadãos de bom comportamento? É razoável que não queiramos mais escândalos na política, mas um decote escandaloso, um beijo escandaloso, uma performance escandalosa podem provocar sorrisos, desejos, ideias e uma empolgação a que estamos cada vez menos acostumados. É importante sermos provocados. O escândalo nos salva da anestesia geral e da apatia que a constante repetição dos dias provoca."

domingo, 3 de maio de 2015

The my Royal Baby...

Falando em "bebês reais"...
Hoje, 3 de maio, o meu real "bebê" completa 10 anos...Meu querido Théo veio com toda alegria e doçura fazer parte de nossas vidas...Veio fazer do dia 3 de maio um dos mais felizes da minha vida...Pra sempre...Nosso amigo, companheiro e ajudante de todas as horas...Cheio de sensatez, equilíbrio e bondade...Tudo de bom meu anjo!


Irmão Real...

E aqui, Geoge, o Royal Baby mais bem vestido e simpático...rsrs.
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