sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Penso...

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Via Betty´s

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Penso...


“Você precisa aprender a gostar do que está acontecendo. 
A imaturidade vive nos ‘poderia’ e ‘deveria’, nunca no ‘é’."
Osho

domingo, 3 de janeiro de 2016

Sessão Patchwork- O Futuro do Pretérito ...

Retalhos da coluna de Martha Medeiros...Pra começar bem 2016...Detox...Foco nos desejos e mudanças...
"Uma existência vivida no futuro do pretérito, sem nenhuma conexão com o presente.
Eu não deveria ter me separado, eu gostaria de ter feito outras escolhas, eu poderia ter virado sócio, eu gostaria de ter dito sim para aquele pedido de casamento, eu poderia ter sido centroavante, eu deveria ser menos desconfiado, eu poderia ter realizado o meu sonho, eu deveria ter topado aquela viagem, eu gostaria de ter sido dono de uma pousada, eu deveria ter dito não para aquele pedido de casamento, eu lembraria se não estivesse bêbado, eu saberia se tivesse estudado o assunto, eu teria enfrentado o desafio se fosse mais jovem, eu...
Chega. Já entendemos. Você poderia ter caído fora, mas não caiu, você deveria ter aceitado aquele emprego, mas não aceitou, paciência, é fato consumado. Agora faça alguma coisa com o que tem em mãos e pare de encarnar o Sofrenildo, não fique se lamentando feito a hiena Hardy dos desenhos de Hanna Barbera: “Eu sei que não vai dar certo... Oh vida, oh céus, oh azar”.
Em vez de listar todos os prejuízos causados por nossas escolhas equivocadas, mais vale lembrar o que disse o filósofo Osho: “Você precisa aprender a gostar do que está acontecendo. A imaturidade vive nos ‘poderia’ e ‘deveria’, nunca no ‘é’”.
Então, coopere. Está aí um ano estalando de novo bem à sua frente. Desatole-se dessa areia movediça, desate o nó da sua história, destranque a porta de casa, desenvolva as suas ideias, desligue a torneira de queixas, desamarrote a cara, desbloqueie seus medos, descarte aquelas hipóteses que nunca foram confirmadas, descubra novas habilidades, desarticule os “se” da sua vida: se eu tivesse, se eu soubesse... Ninguém vai a lugar nenhum vivendo na condicional."

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Inspiração- Natal...

Via Tumblr

Sessão Patchwork- Tudo isso e mais um Feliz Natal...

Refletindo sobre desejos com Martha Medeiros em "Tudo isso e mais um Feliz Natal...Retalhos... 

"Que você consiga desgrudar das redes sociais, que dê uma longa caminhada sem que seus joelhos incomodem, que o sol apareça no dia que você tanto aguarda, que sair da dieta não interfira na sua silhueta, que você tenha a oportunidade de ajudar alguém que esteja precisando, que ouça agora mesmo a música que você mais gosta, que os amigos que se sentiram magoados façam a gentileza de colocar uma pedra no assunto, que o vinho branco esteja indecentemente gelado, que o livro que você está lendo mantenha-se interessante até o fim, que você encontre um presente baratinho, que por alguns minutos você esqueça os problemas do país, que você se reconheça bonito ao se olhar no espelho e que tenha um feliz Natal.
Que você encontre o anel dos seus sonhos numa feira de rua, que pegue o último canapé do prato sem culpa, que reze mesmo sem crer o suficiente, que não dependa de companhia para viajar, que não perca muito tempo se arrependendo, que deixe a vida um pouco nas mãos do destino, que reveja fotos antigas, que tome um banho de mar inesquecível, que vá à luta por uma camiseta que seja a sua cara, que transe com alguém bem legal, que segure dentro da boca uma maldade..."
"Que você pare um pouco de reclamar, que em tudo perceba alguma graça, que resolva ir caminhando em vez de tirar o carro da garagem, que use de uma vez aquela camisa escandalosa ou doe para uma escola de samba, que escute ambos os lados antes de distribuir acusações..."
"...que quando pedirem uma opinião sincera você não caia nessa, que entre fazer a coisa certa e a coisa errada você escolha fazer a coisa certa, que não subestime a importância das trivialidades e que tenha um feliz Natal."

 

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Penso...

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Via Betty´s

Sessão Patchwork- A favor do vento...

Muito, muito boa a coluna de Martha Medeiros "A favor do vento"...Tenho uma estratégia  semelhante, mas tenho que aprimorá-la...Inspiração total pra 2016... 
Imagem via Tumblr
"Há muito que não espero que os outros ajam conforme eu gostaria
Se ninguém se posicionasse contra a violência, contra a corrupção e contra outras tantas indignidades, viver seria ainda mais difícil do que normalmente é. Ser combativo é uma atitude necessária e exige bravura, coragem, empenho, espírito de luta. Meus aplausos e respeito a quem tem disposição para o enfrentamento.
Eu deixei de ter faz tempo. Lutei pelo o que eu queria lutar quando era garota e o saldo foi bom, mas parei de dar murro em ponta de faca e troquei de estratégia. Hoje, em vez de me posicionar contra isso e aquilo, em vez de ataques virulentos e muitas vezes quixotescos, prefiro viver de acordo com o que acredito que é certo. Funciona também, e desgasta menos.
Na esfera privada, não tento mais fazer ninguém mudar de ideia. Desisti de trazer para perto quem prefere ficar afastado. Não crio ilusão de que o que já se provou ineficaz um dia funcionará por obra do Espírito Santo. Não me fixo mais nos defeitos dos outros. Não perco a cabeça quando ouço asneiras (antes tinha vontade de sacudir a pessoa pelos ombros, fazendo seus cabelos voarem para frente e para trás como se fosse um boneco de pano). 
Há muito que não espero que os outros ajam conforme eu gostaria. Não aguardo favores, elogios ou adesões. Não fico em estado de alerta para flagrar quando pisam na bola comigo – percebo quando pisam, mas procuro não estressar com isso. Nem sempre consigo ser tão magnânima, mas tento. E, por fim, perdoo. Não por ter parentesco em primeiro grau com Nossa Senhora, mas porque dá menos trabalho.
Lei do menor esforço, sim. Mas com resultados práticos muito favoráveis.
Agora escolho os caminhos menos tortuosos e as parcerias mais afetivas, sinceras e engraçadas. Se me fizer rir, está valendo. Digo não com a mesma facilidade com que digo sim: passei a ser 100% honesta em relação aos meus desejos, deixei de ser condescendente com o que não me satisfaz. Só tolero dificuldades que gerem algo positivo mais à frente. Cumpro tudo aquilo que eu exigiria dos outros se ainda tivesse disposição para fazer exigências. Agora só exijo de mim, e ainda assim, pouco.
A minha porção rigorosa e mesquinha existe, mas tenho educação suficiente para não exibi-la por aí. A minha parte canalha restrinjo aos meus pensamentos secretos. Sou do contra só quando contra mim. A briga é interna e não muito violenta: não me aplico golpes baixos. Meus demônios são inimigos adestrados.
No mais, sigo a favor do vento. Falo com clareza, faço escolhas condizentes com quem sou e facilito o que posso. Talvez, para alguns, uma vida sem tormentas diárias produza um vazio impossível de suportar. Cada um, cada qual. Eu joguei a toalha: o que não suporto mais nessa vida é peso."

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Inspiração 2016...

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Sessão Patchwork- Não foi assim...

Parece comédia...Mas, é por aí...Carpinejar relata um pouquinhos dos encontros de final de ano em "Não foi assim"...
Almoço familiar é uma guerra de recordações. Ainda mais lá em casa: prole numerosa, formada por escritores, promotores e juízes. Há uma disputa vaidosa por quem conduz a melhor história. Um interrompe o outro. A falta de educação é uma arma para ganhar o debate. Falar de boca cheia é uma obrigação para não ficar atrás na conversa. Não há timidez, recato, respeito, trata-se de jogo sujo do início ao fim da refeição, não faltam cotoveladas, chutes por debaixo da mesa e respingos de molho na roupa. Comer é o de menos, desde criança participo de um concurso de contos.
Começo a ciscar uma lembrança: – A minha tia dizia que fui trocado no hospital.
A mãe logo interrompe: – Nada a ver, confunde a tia com a sua irmã.
O pai muda o personagem: – Foi a sua avó.
Insisto no tom professoral, como se a luz me focasse sem a ameaça de o público interferir no escuro. Faço da cozinha o meu palco, as vaias não me pressionam.
– A minha tia me encarava estranho e chamava a atenção para uma incoerência: nasci cheio de pintinhas e depois no berçário não apresentava mais nenhuma mancha no rosto. Como? Ela suspeitava seriamente da troca.
Os irmãos me censuram:– Não pode lembrar, era muito pequeno. Aposto que é invenção.
É necessário manter a tranquilidade e não ceder à mudança de rotas do pessoal. Passo a bandeja de arroz, a salada, respiro fundo o intervalo comercial e não perco o estribilho.
– Pedi para a mãe comprovar que era mesmo filho dela. Ela me trouxe a certidão de nascimento. Ora, não sou idiota, poderia me colocar como filho no cartório e isso não prova nada.
O pai questiona quando que ele vai aparecer na lembrança.  – Pai, você não está nesta história – resmungo.
Prossigo. É um esforço enfrentar os parentes para terminar uma piada ou uma evocação. Eles têm a mania de duvidar do jeito que memorizamos a infância.
– Mantinha a certeza de que fui trocado no hospital. A mãe, chateada com a minha desconfiança, decidiu pôr fim às dúvidas e me trouxe um envelope pardo. Abriu vagarosamente com as fotos de meu avô: a mesma cara amassada, o mesmo desvio de septo, os mesmos olhos caídos, a mesma testa larga. Olhei, olhei e lamentei: “Coitado, ele também foi trocado no hospital”.
Enfrento as risadas desonestas da turma, sinto o cheiro do deboche. Ouço gritos de protesto:
– Não foi assim.
O pai conta uma versão. A mãe conta uma diferente. Carla, Rodrigo e Miguel tomam caminhos absolutamente inesperados na interceptação dos fatos. É de enlouquecer para qualquer estranho convidado a comer conosco.
Desisto de tentar definir a verdade. O que descobri ao longo da vida é que todos, inclusive eu, estão mentindo."

Inspiração 2016...

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Via Betty´s

Crise X Ansiedade...

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Inspiração Natal...

Via http://dreamywhites.blogspot.com.br/

Bem Vindo Verão...

Via Google Images
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