quinta-feira, 17 de abril de 2014

Inspiração...

Ideias pra organizar a mesa na Páscoa...







 

 

Imagens via Casa Très Chic

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Sessão Patchwork- A Dor do Crescimento...

Um domingo lindo de sol foi ontem...Céu de brigadeiro...Lendo Martha Medeiros, me confortei...Tá tudo certo...Faz parte...A Dor do Crescimento...rsrs...
"Eu tentava descrever como era aquela dor, mas não encontrava jeito. Acontecia nas pernas, nas duas ao mesmo tempo. Não era fadiga muscular, não era um machucado, nem torção, nada tinha inflamado, eu não havia batido com elas numa mesa, nem tropeçado, não parecia nem mesmo dor, e sim um incômodo, um alerta interno.
Eu podia caminhar, até correr, se quisesse. Mas não estava tudo bem, e quando eu vencia a vergonha de não conseguir explicar exatamente o que sentia e me queixava daquilo que nem parecia existir de tão aleatório alguém dizia: não esquenta, é a dor do crescimento.
Um diagnóstico poético demais para uma criança. Como assim, dor do crescimento? Eu crescia numa velocidade irritantemente lenta, tão poucos centímetros por ano, não acreditava que esse ganho ínfimo de estatura, imperceptível, pudesse originar dor. Dor vem do choque, vem do baque, deixa marca, tem motivo, não poderia nascer assim de um alongamento que ninguém conseguia enxergar a olho nu.
Reumatismo também não era, porque reumatismo era doença de avós. Tudo bem que eu já estivesse com quase 11 anos, mas não era assim tão velha.
“É dor do crescimento, menina, todo mundo tem, não te bobeia. Já já passa”.
Não passou. Apenas subiu das pernas para o coração e depois foi ainda mais para cima, alojando-se no cérebro. Abandonou os membros inferiores e passou a fazer turismo em duas regiões de mais prestígio. Essa transferência aconteceu logo que eu parei de alongar verticalmente e virei o que se chama por aí de gente grande e estabilizada.
Mas gente grande continua crescendo?
Pois é. Não me peça para explicar, porque sigo não encontrando um jeito de. Às vezes dói no peito, às vezes na cabeça, às vezes nos dois lugares ao mesmo tempo, mas não há nada sangrando, e também não é fadiga, mesmo já se tendo vivido bastante e cansativamente. Torção... Não, também não. De novo, ninguém esbarrou numa mesa, nenhuma parte do corpo ficou roxa, não é um arranhão, nem parece dor.
Então é o quê? Um esgotamento por fazer sempre as mesmas perguntas irrespondíveis, por se retorcer com questões que aparentam ter soluções simples, mas não têm, por não aceitar que seja difícil o que deveria ser fácil, por se flagrar tendo reações contundentes quando a vontade era de chorar baixinho, por tentar estabelecer uma forma de vida que organize o caos, mesmo sabendo que o caos está sempre atrás da porta rindo das nossas tentativas de controlá-lo. Nada fica roxo, mas turva a visão. Nada deixa cicatriz aparente, mas não fecha. Fica aberto, latente, insistentemente lembrando a existência daquilo que não se explica, sobre o qual pouco se conversa, mas que, de alguma forma, também faz a gente ganhar em estatura.
Ainda é a dor do crescimento, e não cessa."

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Bom Final de Semana...

gardeninginheels:

Party’s Over. (via Amanda♫)
 
Via Tinywhitedaisies

Páscoa à Vista...

Uma semana pro feriadão de Páscoa...Contagem regressiva pra comemoração...Já entrou no clima? Ainda dá tempo...Detalhes simples e criatividade espalham ideias no ar...
pictureperfectforyou:

(via IHeart Organizing: Our 2013 Easter Display)
Imagem via Tinywhitedaisies

terça-feira, 8 de abril de 2014

Penso...

(via mrsamberapple)
 Imagem via Tinywhitedaisies
"Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silencio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura enquanto durar. Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina."
Cora Coralina

domingo, 6 de abril de 2014

Sessão Patchwork- Fabrício Carpinejar...

Que bonitinho...E não é que tem fundamento?!rsrs...Divirta-se com Fabrício e sua coluna..."Meu Amor"...
raspberrytart:

love notes ♥ (via jessica.garro)
 
Imagem via Tinywhitedaisies
"Todo mundo repara ou lembra quando empenhou a primeira vez eu te amo numa relação.
Qual o momento exatamente. O dia, a hora, os minutos. Após o sexo, embevecido. Ou no cinema escorregando as palavras num beijo. Ou antes de um aceno ao trabalho.
Aquele eu te amo que rodopiou na garganta até ganhar a forma da boca. Aquele eu te amo que fora ensaiado em diversos momentos de alegria, e recuou por vergonha.
Quando ele vem, é um balbucio: estranho, inseguro, desajeitado como um pedido de desculpa.
Sim, o primeiro “eu te amo” é um pedido de desculpa:
– Desculpa, eu te amo.
– Desculpa, eu me ferrei.
– Desculpa, não quis, só que aconteceu.
O primeiro eu te amo é uma série vitoriosa de fracassos. Fracasso da amizade (não consigo ser mais seu amigo). Fracasso da independência (não consigo mais viver longe de você). Fracasso da mentira (não consigo mais mentir para você).
A declaração aparece tímida. Temos que sempre repetir – este é o constrangimento. O primeiro eu te amo nunca é ouvido. E ainda enfrentaremos a pergunta desconfiada de nossa companhia: “O que você disse?”.
Ai, como é sufocante. Muitos mentem e, já acovardados, não insistem. Expor o eu te amo parte de uma tontura, repetir é embriaguez.
O primeiro eu te amo surge com voz de adolescente, aquele timbre indefinido, arenoso: metade infância, metade adulto. Soprado, sussurrado, comovido.
É um caminho sem volta. Um desabafo que se consome em decisão e que se impõe como destino. Depois não tem como alegar que errou, que se confundiu, não há retratação possível, seu advogado não poderá construir nenhuma versão convincente para desfazer o mal-entendido.
Mas o primeiro eu te amo, ainda que represente uma estreia da vida a dois, é discreto diante de outro movimento dos lábios que costuma passar despercebido.
Quando chamamos o nosso par de “Meu Amor”. Quando personificamos o Amor.
Quando ele deixa de ser um nome, alguém, para ser o nosso próprio sentimento.
Quando abandonamos seu registro, seu batismo, para tratá-lo como se fosse a nossa emoção encarnada.
Não tem como consertar, a projeção virou realidade. É quando realmente confiamos nossa individualidade.
É amor para cá, é amor para lá, é amor para acordar, é amor para dormir, é amor para pedir qualquer coisa, é amor no e-mail, no telefone, nos cartões. É amor amor amor infinito, dobrado, multiplicado, incansável.
Está feito o estrago. Se nos despedirmos, se nos separarmos, não estaremos nos afastando de uma pessoa, e sim do Amor."

segunda-feira, 31 de março de 2014

Sessão Patchwork- Mulheres Peludas...

Coincidentemente o assunto foi pauta neste final de semana aqui em casa...Ai, ai, ai...faxina geral...Ossos do ofício...Não da casa...Mas, do corpo...Martha Medeiros comenta em "Mulheres Peludas", a rotina de uma maioria, acho...rsrs...
Imagem via Tumblr
"Deixe os pelos do corpo crescerem e aparecerem, e ao inferno com o que os outros pensam. Esse é o slogan do movimento Hairy Awarey, que aqui no Brasil ganhou o nome de Peludas Conscientes. Mulheres no mundo todo estão lutando pelo direito de deixarem as axilas cabeludas, assim como as pernas e provavelmente o bigode, por que não? Madonna semana passada postou numa rede social uma foto com o braço levantado mostrando que é adepta.
“Lutar pelo direito” é força de expressão, pois esse direito existe, ninguém vai presa por não se depilar. Mas lá se vai uma das poucas diferenças que ainda tínhamos com os homens.
Eu sei, eu sei que depilação com cera é uma tortura. Mas se a mulher não tem tempo, dinheiro ou vontade de ir a um salão periodicamente para se submeter ao procedimento, então que use uma lâmina de barbear durante o banho e zás! Elimine os pelinhos das pernocas e das axilas. Todo dia, da mesma forma que usamos xampu e sabonete. Depois é só enxugar, passar um hidratante e fim de drama. Ou então busque outra solução: há tantos cremes depilatórios vendidos em farmácias e supermercados. Sem falar na revolucionária pinça.
Eu sei, eu sei que a mídia é a culpada de tudo que nos acontece. É culpada de não mergulharmos num tonel de chocolate como gostaríamos, é culpada de fazer a gente acordar cedo para praticar exercícios, é culpada das centenas de escovas para alisamento, é culpada até de termos nascido, se bobear. Mas devagar com a carruagem, princesas.
Se por um lado é realmente esquizofrênica essa busca pelo padrão de beleza photoshop, há que se concordar que o estímulo à vaidade nem sempre é predador. Buscar a feminilidade não nos torna submissas, escravas, reféns, nem nada que faça retroceder as conquistas estimuladas por Simone de Beauvoir e turma. Ser feminina é um prazer. Não precisamos nos igualar aos homens em todos os quesitos. Ando por aqui com essa história de igualdade, igualdade, igualdade. Quando começa a virar fanatismo, boa coisa não vem.
Aproveitando a deixa: meninos, vocês sim, mantenham-se peludos, por favor. Nadadores se depilam porque precisam eliminar décimos de segundos de seus recordes, mas vocês não irão competir por uma medalha de ouro nas próximas Olimpíadas, até onde sei. Então sosseguem. Esse sofrimento é nosso, vocês têm o de vocês: queda de cabelo, exame de próstata, expectativa de vida menor. Cada um com a sua dor.
Eu sei, eu sei que a liberdade da mulher é um valor a ser defendido com unhas e dentes. Mas com unhas feitas e dentes escovados, de preferência, e sem pelos distribuídos pelo corpo. Ninguém disse que para sermos livres teríamos que voltar para a selva."

Boa Semana...

vintagerosegarden:

mbengmellow:

delicieuxdesserts:

Raspberry Pistachio Frangipane Tarts With Meyer Lemon Chantilly


 
Via Tinywhitedaisies

sábado, 29 de março de 2014

Hora do Planeta...

É hoje!!! Neste sábado ocorre a edição 2014 do movimento Hora do Planeta, criado pela organização suíça
WWF (Em 1961, quando foi fundado, a sigla WWF significava “World Wildlife Fund” o que foi traduzido como “Fundo Mundial da Natureza” em português)...A iniciativa propõe que as luzes sejam apagadas entre 20h30min e 21h30min. A criançada vai curtir a ideia...Come on everybody!!!

quinta-feira, 27 de março de 2014

Penso...

"Há muros que só a paciência derruba...E há pontes que só o carinho constrói."
Cora Coralina
Imagem via Tumblr

quarta-feira, 26 de março de 2014

Sessão patchwork- Clarissa Corrêa...

Incrível!!! Faço das dela as minha palavras...Assino em baixo...rsrs...No texto, "Nas redes e na vida: a falta de noção das pessoas que me faz descer do salto", Clarissa comenta situações do nosso dia a dia...Impossível postar alguns retalhos...Tá aí na íntegra...
"Quando era pequena ouvia minha mãe dizer que educação vem de casa. É bem verdade que lá na nossa antiga residência recebi todas as instruções bem bonitinhas e decorei de trás pra frente e de frente pra trás, mas na prática nem sempre consigo ter toda a finesse necessária. Certas coisas me fazem perder a compostura.
O que me irrita (e muito) é a falta de noção das pessoas. Aqui no meu prédio tem gente que te vê no hall de entrada cheinha de sacolas e não é capaz de segurar a porta do elevador. Outros, educadíssimos, passam por você e não são capazes de dar bom dia, boa tarde ou boa noite. Fora os que deixam papel de bala cair no chão e não são capazes de juntar e colocar no lixo.
Nas filas da vida, todo mundo quer tirar alguma vantagem, contar uma história triste para passar na frente ou algo parecido. No mundo virtual, idem. Já percebeu que a internet abriu uma porta (e nunca mais conseguiu fechar) para quem adora dar um palpite sem ser convidado? Acho que o grande problema é a exposição. Você está ali mostrando sua vida, com ou sem retoques. E isso dá o (falso) direito de algumas pessoas dizerem o que quiserem. Mesmo que você não queira saber, mesmo que não pergunte, mesmo que feche os olhos, mesmo que diga que não se importa com a opinião do outro. Não tem problema: o outro se importa tanto com a opinião dele que precisa falar.
Veja bem, veja bem: sou fã da internet, acho que ela une as pessoas. Mas também separa. No Facebook todo mundo é bonito e legal, mas na vida real a coisa é um pouco (muito!) diferente. No Twitter todo mundo é a favor disso ou daquilo e no dia a dia você percebe que não é bem assim. No Facebook todo mundo quer ser seu amigo, mas você viu direitinho que naquele final de tarde, no supermercado, sua ex-colega de escola se escondeu atrás das melancias. Quem curte as suas fotos e dá pitaco furado nas suas postagens muitas vezes vira a cara para você no meio da rua. Sem a menor cerimônia.
Acho que está faltando um pouco mais de gentileza, respeito, educação. Falta a gente saber de cor e salteado até onde vai o nosso limite e onde começa o do outro. Só assim as coisas vão melhorar, só dessa forma o mundo vai se tornar um lugar mais agradável e bonito. Falta se colocar no lugar do vizinho, do colega, do irmão. E se perguntar: eu gostaria mesmo que alguém falasse dessa forma comigo? Eu gostaria mesmo que alguém não respondesse o meu desejo de bom dia? Eu gostaria mesmo de ver alguém que não tem a menor intimidade comigo se achar super-ultra-mega-power-maxi íntimo?
Tudo bem, reconheço que tenho meus dias ruins, mas nem por isso deixo de ser amável com quem me rodeia. É bem verdade que sou muito mais querida com quem é igualmente querido. Desculpe, não sou tão evoluída a ponto de tratar tão bem quem destrata os outros. Preciso me melhorar. Prometo que tentarei."
Via  ZH.

Penso...

"Fechei os olhos e pedi um favor ao vento: leve tudo que for desnecessário. Ando cansada de bagagens pesadas...Daqui pra frente apenas o que couber no bolso e  no coração."
Cora Coralina

Via Tumblr

terça-feira, 25 de março de 2014

Temporada de Páscoa...

Passada a emoção do começo da nova estação: outono...Aqui por casa estou abrindo a temporada de Páscoa...Menos de um mês pra curtir...Mais uma empreitada que vale super a pena ao ver a alegria dos pequenos entrando no clima...Aproveitando todo o aconchego da decoração de outono, apenas dê um toque a mais com coelhos, cenouras, ovos pintados...Lembrando sempre de um cestinho ou ninho especial onde as surpresinhas vão surgindo...rsrs...Uma delícia de época.
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