sexta-feira, 17 de abril de 2015

Inspiração- Saúde...

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Via http://sincerelyjules.com

Bom Final de Semana...

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Via sincerelyjules.com

Autores Interessantes...

Imagem via Tumblr
 Como postei antes sobre as minhas caminhadas...Muuuuitos assuntos e algumas dicas...
Como somos voluntárias uma vez por mês em um sebo...Livros, livros, livros e mais livros...Alguns autores são sempre bem vindos...José Outeiral (Psiquiatra da infância e adolescência)...Mário Sérgio Cortella (Filósofo maravilhoso que trata muito sobre educação)...Viviane Mosé (maravilhosa filósofa, psicóloga, psicanalista e especialista em elaboração e implementação de políticas públicas)...Fica a dica.

Penso...

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Via Betty's

Caminhada Espiritual e Terapêutica...


Caminhada 
Imagem via Tumblr
Cutuco a minha serotonina através de caminhadas e corridas que me fazem um bem danado...Muito além dos benefícios ao corpo, que já são incríveis, mas os benefícios a alma também...Momento únicos...Algumas vezes faço sozinha e em outros dois momentos faço com companhia...Brinco que faço uma "caminhada espiritual" e uma "caminhada terapêutica" na semana...A primeira em companhia de uma amiga querida...Caminhados mais de uma hora ao todo entre ida e volta a um templo espírita que frequentamos e nos energizamos...A segunda, a terapêutica, em companhia de outra amiga querida que é psicóloga...A terapia rola solta e informalmente...rsrs...Só paramos na hora da corridinha pra acelerar o metabolismo...Os assuntos são diversos...A troca de ideias e dicas são impagáveis...Filmes, livros, educação, trabalho, saúde, política...Que continuemos assim todas as semanas!!!

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Dia do Beijo...

13 de abril...Dia do beijo que é símbolo de afeto e carinho...

Via Tumblr

OMG- Funeral do Bichinho de Estimação...

Aprendendo a lidar com a morte...
Impossível não partir o coração de uma mãe...

Menino ou Menina??? Surpresa!!!

As pequenas "grandes" coisas que fazem a alegria da vida...
Após ter seis filhos meninos, Cher Lair e seu marido Stephen desistiram de ser pais de uma menina, mas foram surpreendidos com a notícia de que o sétimo filho estava a caminho... Menino ou menina??? O momento do recebimento dessa notícia foi registrado por um amigo do casal, que ficou sabendo o sexo do bebê antes deles, comprou um bolo e combinou: se for um menino, o recheio será azul, no caso de menina, rosa. 

Boa Semana...

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Via betty's

Penso...

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Via Betty's

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Sessão Patchwork- Bonfim...

Durante essa semana participei de uma breve conversa com uma médica endocrinologista...Hormônios, medicações, reposições, humor, equilíbrio...Lendo a maravilhosa coluna do Marcelo Tas, "Bonfim"... Tive certeza que antes de qualquer decisão vale a reflexão...Por enquanto, vou continuar cutucando a minha serotonina com caminhadas e corridas...
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"O bicho homem consome os tranquilizantes há milênios. O primeiro “sossega-leão” da história ainda está em uso: o álcool. Provavelmente, a necessidade de “calmantes” surgiu logo depois de trocarmos a vida tranquila dos macacos pela de Homo sapiens. Aí está a coisa, colegas, nos achamos mais espertos do que somos na realidade.
Recentemente, o Brasil se tornou o maior consumidor mundial de clonazepam, um benzodiazepínico que altera funções do sistema nervoso. A marca comercial do remédio é tão conhecida quanto grife de moda: Rivotril. Já é o segundo medicamento mais consumido no país. Só perde para pílula anticoncepcional distribuída gratuitamente pelo governo através do Sistema Único de Saúde, o SUS.
Informação relevante: o clonazepam é tarja preta. Teoricamente, só pode ser comprado com receita médica. Se uma ínfima parte da população brasileira consulta psiquiatras, o diagnóstico é tão evidente quanto óbvio: o fenômeno do Brasil ocupar a liderança mundial no consumo da droga está ligado à prescrição do “santo remédio” por médicos não especialistas. Além, é claro, de uma multidão que se automedica e toma a droga goela abaixo de forma ilícita e descontrolada.
Quem sou eu para praguejar contra a farta munição de drogas e os avanços da medicina? A ciência desenvolve medicamentos para nos aliviar dores e sofrimentos e não há mal algum nisso. Só que uma particularidade na notícia reforça sua esquisitice:  a cidade com o maior consumo per capita de Rivotril no país é Bonfim, 70 mil habitantes, interior de Minas Gerais, um aparente oásis de tranquilidade, longe da maluquice das metrópoles. Lá, todo mundo se entope de clonazepam: idosos, adultos e crianças!
É como se houvesse duas cidades de Bonfim. A de fora, do sossego das ruas e montanhas de Minas. E a de dentro, da turbulência da mente das pessoas, amansada artificialmente pela química dos comprimidos. Não nego a necessidade de tratamento para doenças do corpo ou do espírito. Nós, adultos, somos livres para decidir como resolver nossos dramas e assumir as consequências da escolha. E as crianças?
A infância dos nossos dias tem sido submetida a diagnósticos dúbios, no mínimo, imprecisos. Há uma tendência clara de buscar um comportamento padrão, normatizado, muitas vezes, às custas de tratamentos com química pesada – com efeitos colaterais, dependências e cicatrizes na alma. O Brasil é vice-líder mundial, só atrás dos EUA, no consumo de Ritalina – uma anfetamina prescrita para crianças supostamente portadoras de algo chamado déficit de atenção e hiperatividade.
A pediatra Maria Aparecida Affonso Mysés, professora titular da Unicamp, tem uma posição clara e corajosa sobre o consumo exagerado da medicação no Brasil: “Há o risco de um genocídio no futuro”.
Bonfim, nome irônico para uma cidadezinha que virou símbolo de uma tendência trágica e que, felizmente, começa a ser questionada em fóruns científicos: a medicalização da vida. Se o seu filho se comporta fora da norma, questiona a necessidade de aplicar um “sossega-leão” antes de entender de verdade o que vai dentro ao redor dele."

domingo, 5 de abril de 2015

Sessão Patchwork- Páscoa Moderna...

Uma boa reflexão de Páscoa com Marcos Piangens... Bem divertida através da coluna "Páscoa Moderna"...Ideias para o próximo ano, quem sabe...
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"Estava empolgado com a caça aos ovos de chocolate neste ano, mas anunciaram lá em casa que não vai ter chocolate. Faremos uma caça aos ovos de quinoa. Ouvi dizer que é moda entre os pais mais modernos e nossas filhas poderão devorar esse belo regulador intestinal enquanto tomam um delicioso suco verde de couve. Será uma Páscoa divertida. Assistiremos aos desenhos da TVE, que, eu não sabia, são os únicos com linguagem aprovada e não infantilizam as crianças. Fiquei surpreso ao descobrir que infantilizar crianças é uma coisa ruim.
Não sei quem fez a lei, mas também está abolida qualquer história sobre o coelhinho da Páscoa. Não consigo mentir pras crianças. Ao me perguntarem “Quem trouxe os ovinhos, papai?”, direi solenemente que realizei a compra dos ingredientes pagos com cartão e com CPF na nota, e eu mesmo que trouxe em uma sacola reciclável.
Não será bem uma “caça” ao tesouro, porque o uso do termo pode incentivar violência contra animais. Nem podemos chamar de “tesouro” algo que não é tão valioso quanto a vida, a família. Será uma “busca aos ovos de quinoa”. Uma brincadeira divertidíssima que as crianças vão adorar.
Minhas Páscoas eram um horror. Tenho nove primos e todos nos reuníamos na sala enquanto os tios espalhavam chocolate pela casa do vô. Era tanto chocolate, que ficava impossível não achar os ovos, tinha sempre um papel brilhante escapando por alguma porta do armário. Cada primo devorava um ovo gigante e, dentro dos ovos de chocolate, naquela época, vinha ainda mais chocolate.
E eram coelhos enormes feitos de chocolate e bengalas de chocolate e barras de chocolate. E minha vó derretia algumas barras de chocolate para escrever nosso nome em cima de um bolo de chocolate com recheio de chocolate. Ficávamos sujos de chocolate na cara, nas mãos, na camiseta e o sofá da casa do vô ficava uma nojeira. Até a TV, que naquela época passava desenhos violentos, ficava toda marcada com impressões digitais marrons.
Aquilo foi há mais de 20 anos. O crime já prescreveu. Hoje sabemos que diabetes é coisa séria e que desenhos violentos deseducam. Meus avós não conheceram os benefícios do amaranto, da quinoa e da linhaça. Não sabem o que perderam."

segunda-feira, 30 de março de 2015

Sessão Patchwork- (Des)Conectar...

Rosely Sayão é psicóloga e colunista na Folha de São Paulo...Em seu artigo (Des)Conectar ela aborda um assunto que temos de tomar as rédeas urgentemente...Algumas horas desconectados para nos conectarmos...Retalhos para refletir...
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"Ela é uma dessas pessoas quase viciadas em comunicação a distância e internet, com suas redes variadas. Tanto que passou a sentir-se culpada por ver seu tempo com os filhos ser engolido por sua dedicação ao celular. Resolveu, então, com o marido e os três filhos, ter um final de semana em que ficariam totalmente desconectados.
Encontraram um hotel que não tinha sinal de celular nem de internet, e para lá foram, tanto animados quanto temerosos, para viver dois dias inteiros sem conexão alguma, a não ser entre eles, e diretamente, olho no olho. Logo na chegada, colocaram todos os aparelhos em uma caixa, que só seria aberta ao final da estadia.
E aí começou uma aventura. No início, foi difícil, reconheceu ela, mas aos poucos eles se envolveram entre si: leram livros, contaram histórias, divertiram-se com jogos de tabuleiro, conversaram.
Ela disse que o marido, os filhos e ela gostaram tanto da experiência de "desconectar para conectar" que adotaram o ritual de guardar os aparelhos de todos em uma caixa pelo menos por algumas horas nos finais de semana.
Considerei essa uma boa sugestão para famílias com filhos que se sentem distantes dos pais. Nem sempre crianças e jovens conseguem perceber o quanto é bom trocar ideias e afetos com os pais e conviver com eles para fortalecer o vínculo, porque também estão muito envolvidos com suas traquitanas tecnológicas e com as redes sociais.
Mas, quando eles descobrem –ou redescobrem– que o relacionamento com os pais e os irmãos, fora das questões administrativas do cotidiano, lhes faz bem, eles se entregam, e o resultado costuma ser visível no humor e até mesmo na busca de uma maior proximidade.
Se nós não dermos a eles oportunidades e chances de se tornar mais sensíveis aos relacionamentos interpessoais humanizados, a vida deles certamente será mais árdua, mais difícil, mais áspera. Algumas horas desconectados nos finais de semana podem lhes fazer um bem enorme!"

segunda-feira, 23 de março de 2015

Penso- Cora Coralina...




"Não sei se a vida é curta ou longa para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas. Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silencio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove. E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura enquanto durar. Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina." 
Cora Coralina
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