quinta-feira, 9 de julho de 2015

Penso...

 
Via http://www.theyallhateus.com

Sessão patchwork- Espiritualidade...

Para refletir...Texto de Frei Betto...Retalhos... 
"As religiões, em princípio, deveriam ser fontes de espiritualidade. Em geral, elas se apresentam como catálogos de regras, crenças e proibições, enquanto a espiritualidade é livre e criativa. Na religião, predomina a voz exterior, da autoridade religiosa. Na espiritualidade, a voz interior, o “toque” divino.
A religião é instituição; a espiritualidade, vivência. Na religião há disputa de poder, hierarquia, excomunhões, acusações de heresia. Na espiritualidade predominam a disposição de serviço, a tolerância para com a crença (ou a descrença) alheia, a sabedoria de não transformar o diferente em divergente.
A religião culpabiliza; a espiritualidade induz a aprender com o erro. A religião ameaça; a espiritualidade encoraja. A religião reforça o medo; a espiritualidade, a confiança. A religião traz respostas; a espiritualidade, perguntas. Religiões são causas de divisões e guerras; espiritualidades, de aproximação e respeito.
Na religião se crê; na espiritualidade se vivencia. A religião nutre o ego, uma se considera melhor que a outra. A espiritualidade transcende o ego e valoriza todas as religiões que promovem a vida e o bem. A religião provoca devoção; a espiritualidade, meditação. A religião promete a vida eterna; a espiritualidade a antecipa. Na religião, Deus, por vezes, é um conceito; na espiritualidade, experiência inefável."

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Penso...




A calma é um elemento criador. Purifica, recolhe, põe em ordem as forças internas, compensando o que o desordenado movimento dispersa.
Stefan Zweig

sábado, 4 de julho de 2015

Bom Final de Semana...

Via AlgodãoTão  Doce

Sessão Patchwork- Perdão...

Interessantíssimo o assunto abordado por Itamar Melo para a Zero Hora...Alguns retalho e o link...
 
"Se você anda em busca de uma prática que melhore a condição cardíaca, reforce as defesas do organismo e combata o estresse, não precisa procurar mais: experimente o perdão. Item tradicional e obrigatório no portfólio das franquias religiosas, desculpar as ofensas ganhou novo fôlego no mercado, reembalado como remédio eficaz contra males variados, status conferido por uma série de estudos científicos recentes.
O problema é que ainda não se pode entrar em uma farmácia e adquirir perdão em comprimidos. O processo é bem mais trabalhoso do que isso. Envolve superar rancores, engavetar planos de vingança e reconciliar-se com quem nos feriu. E trata-se de um medicamento que não admite genéricos. Para colher os frutos, é necessário que o perdão seja genuíno, de coração."
"Perdoar, mostram diferentes estudos, tem entre seus efeitos reduzir a pressão arterial, o que pode prevenir problemas do coração. Um estudo de 2011, feito com casais, mostrou que, quando um perdoava o outro, ambos registravam redução da pressão arterial. Outro trabalho, da New York University, feito com pacientes cardíacos, mostrou que aqueles com propensão a perdoar tinham menos ansiedade e depressão, além de apresentar menores níveis de colesterol."
"Um estudo do Luther College (EUA), publicado em 2011 no Journal of Behavioral Medicine, aponta que pessoas capazes de perdoar incondicionalmente podem viver mais, em comparação com as pessoas que só perdoam quando alguém se desculpa."
"Uma série de estudos associou a dificuldade de perdoar a emoções como raiva e tristeza e a reações fisiológicas que incluem tensão muscular, suor e aumento da pressão arterial. O perdão tem a capacidade de reduzir esses efeitos negativos, contendo a ansiedade, a depressão e a ira. Até o sono fica melhor. Pesquisas apontam também que a capacidade de perdoar protege contra os efeitos negativos do estresse na saúde mental."
"No caso das pessoas que sentem remorso por algo que fizeram, a reconciliação com a vítima pode ter efeito terapêutico, conforme uma pesquisa publicada no Journal of Positive Psychology. De acordo com o trabalho, obter o perdão ajuda a pessoa a também se autoperdoar."

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Penso...


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Via Betty´s

Inspiração Inverno...

 
Via http://algodaotaodoce.blogspot.com.br

Fofura- Inverno...

Via http://algodaotaodoce.blogspot.com.br

Boa Semana...

Screen Shot 2015-06-16 at 22.31.20 
Via Betty´s

Sessão Patchwork- Nem todo mundo...

Adorei a coluna de Martha Medeiros, Nem todo mundo", que mais uma vez mostra que o respeito deve prevalecer sem e pra sempre...Pra começar bem a semana... 
Google Images
 
"Nem todo mundo quer ser campeão, presidente, celebridade. Há quem queira apenas viver de um jeito que não seja julgado por ninguém 
A gente acredita que existe um senso comum regendo nossos gostos e opiniões, porém somos sete bilhões pensando e vivendo de forma muito distinta uns dos outros.
Nem todo mundo é regido pelo dinheiro, por exemplo. Dinheiro é bom, é necessário e, quanto mais, melhor – mas esse “mais” não obceca a todos. Há quem troque o “mais dinheiro” por “mais sossego” e “mais tempo ocioso”. Qual o sentido de trabalhar insanamente se já se tem o suficiente para viver com dignidade?
Nem todo mundo gostaria de morar numa mansão com uma dezena de quartos e espaço de sobra para se perder: tenho uma amiga que desistiu do apartamento cinematográfico onde morava, pois ela não conseguia enxergar os filhos nem conversar com eles – eram longos os corredores e muitas as portas. Parecia que a família vivia num hotel, e não num lar. Trocou por um apartamento menor e aproximaram-se todos.
Nem todo mundo prefere mulheres com cara de boneca e corpo de modelo, ou homens com rosto de galã e corpo de fisiculturista. Imperfeições, exotismo, autenticidade, um look de verdade, natural, sem render-se a uma busca sacrificada pela beleza, ah, o valor que isso ainda tem.
Nem todo mundo gosta de bicho, de doce, de praia, de ler, de criança, de festa, de esportes, e nem por isso merecem ser expulsos do planeta por inadequação crônica. Seus prazeres estão fora do catálogo da normalidade e ainda assim são criaturas especiais a seu modo, enquanto que outras pessoas podem cumprir todas as obviedades consagradas e isso não adiantar nada na hora da convivência: são ruins no trato, fracas de humor e voltadas para o próprio umbigo, apesar de seu exemplar enquadramento social.
Nem todo mundo veio ao mundo para brigar, para reclamar, para agredir, para difamar, para fofocar, para magoar, para atrapalhar – hábitos de muitos, até arrisco dizer que da maioria, já que é mais fácil chamar a atenção através do nosso pior do que do nosso melhor. O pior faz barulho, o pior ganha as manchetes, o pior gera comentários, o pior recebe os holofotes, o pior causa embaraço. Porém, há os que vieram em missão de paz e não se afligem pela discreta repercussão de seus atos.
Nem todo mundo quer casar, quer filhos, quer fazer faculdade. Nem todo mundo quer ser campeão, presidente, celebridade. Há quem queira apenas viver de um jeito que não seja julgado por ninguém, há quem queira apenas se expressar de um modo menos exuberante e mais íntimo, há quem queira apenas passar pela vida nutrindo a própria identidade, não se preocupando em colecionar seguidores, admiradores e afetos de ocasião.
Sem jogar pra torcida, há quem queira apenas estar bem consigo mesmo."
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